quinta-feira, 20 de maio de 2010

a não presença

Temporadas desvairadas são antepostas
a metamorfose do penar da alma desvalida.
Circunstância tal qual se modificou o
enunciado atual, por não ser assim surpreendida.
Enquanto o tempo passa, la forá a vida passa,
mas eu sempre soube que esse amor não virou fumaça.
Embora compreenda que assim sucederá, não se poder fazer juz,
quando o amor acabará?
Quem sabe nunca passe, quem sabe não acabe,
quem sabe é tudo um sonho, são faiscas em um coração risonho.
Um dia eu vou acordar, te amando mais, ou talvez não te amar.
Um dia tudo se esclarece, agente vive, agente cresce.
Um dia eu vou reconhecer, que foi bom o tempo que eu amei você.
Que se foi, era porque deveria ter sido,
Se não foi, porque não poderia ser.
Ainda aceso o meu candelabro, o coração angustiado,
esperança quer não se fora vive presente no passado.
Esperança que agora é o meu pecado.
*Eterno apaixonado*

Por Jacqueline Lemos

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